
REESTRUTURAÇÃO DE PASSIVO BANCÁRIO EMPRESARIAL
O crédito empresarial no Brasil já custa mais de 25% ao ano. Descubra como reduzir o passivo bancário da sua empresa e recuperar o fôlego financeiro através de um método extrajudicial, sigiloso e validado.
◆ Sigilo institucional ◆ Passivo a partir de R$100 mil ◆ Todo o Brasil
Em 2025, o Brasil registrou o maior número de empresas em recuperação judicial da história: 5.680 companhias, um salto de 24,3% em relação a 2024. Ao mesmo tempo, o custo do crédito livre para pessoas jurídicas ultrapassou 25% ao ano, segundo o Banco Central, e a inadimplência empresarial segue em trajetória de alta.
Taxa média de juros do crédito livre para empresas (Banco Central, maio/2026)
Empresas em recuperação judicial no Brasil em 2025 — recorde histórico (Monitor RGF)
Inadimplência da carteira de crédito empresarial em trajetória de alta (Banco Central, jun/2026)
PEDIDOS DE RECUPERAÇÃO JUDICIAL NO BRASIL — 2018 A 2026
A curva mostra três momentos distintos: o patamar pré-pandemia, a queda artificial sustentada por crédito emergencial, e a disparada quando esse suporte acabou e os juros subiram.
Fonte: Indicador de Falências e Recuperações Judiciais, Serasa Experian. *A partir de 2025, o indicador passou por atualização metodológica (passou a diferenciar processos de empresas/CNPJs envolvidos); o valor de 2025 refere-se a empresas envolvidas no período, e o de 2026 é parcial, referente apenas ao 1º trimestre.
Na maioria dos casos, o problema não é falta de faturamento — é o custo do crédito acumulado ao longo de anos de renegociações informais. A empresa contrai uma linha de capital de giro, depois outra, faz um alongamento aqui, uma renegociação ali, e o caixa nunca volta a respirar. Sem uma intervenção técnica, o ciclo se repete até restar apenas o caminho judicial, que passa a ser o único recurso em muitos casos que poderiam ter sido resolvidos antes.
MOMENTO DE AGIR
Existe uma janela em que a reestruturação extrajudicial ainda é totalmente viável, e ela se fecha rápido. Reconheça os sinais:
Você já fez mais de uma renegociação com o banco e o caixa continua no vermelho
A empresa tem múltiplos contratos de crédito ativos: capital de giro, conta garantida, financiamento
O caixa está sempre no limite, mesmo em meses de faturamento normal
Fornecedores e salários ainda estão em dia, mas por pouca margem
Esse é o momento ideal para agir, antes de atrasar fornecedores ou folha de pagamento. Depois desse ponto, as opções se reduzem drasticamente, e a recuperação judicial passa a ser, muitas vezes, o único caminho restante.
COMPARATIVO
Por que a via extrajudicial é o melhor caminho para empresas que ainda têm fôlego.
VIA JUDICIAL
NOSSA METODOLOGIA
PASSO A PASSO
Auditamos todos os contratos bancários ativos da empresa e mapeamos a real exposição de risco junto a cada instituição financeira.
Direcionamos o caso ao departamento de risco de cada banco, com base técnica que sustenta a reavaliação das condições contratuais.
Conduzimos a negociação sem exposição pública, preservando a reputação da empresa no mercado.
Fechamos os novos termos com o banco, com redução de encargos, alongamento de prazo ou desconto sobre o saldo devedor, conforme o caso.
Renegociação de linhas de capital de giro e conta garantida direto com o departamento de risco do banco.
Intervenção extrajudicial para empresas que ainda têm fôlego para negociar antes do cenário se agravar.
Gestão dos contratos bancários, abrindo caminho para quitações com desconto sobre o saldo devedor.
Perícia técnica para confrontar taxas contratadas e aplicadas, identificando cobranças indevidas.
Nossa metodologia é indicada para empresas com dívidas bancárias a partir de R$500 mil, o porte necessário para que a negociação extrajudicial gere resultado real perante as instituições financeiras.

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